Programação Teatro Rival Petrobras: 16 a 22 outubro
Ministério da Cultura e Petrobras apresentam: Festival DiverCidade
FLORES ASTRAIS – UM TRIBUTO AOS SECOS & MOLHADOS
O público pediu, então “Flores Astrais – Um Tributo aos Secos & Molhados” vai voltar ao Teatro Rival Petrobras no dia 16 de outubro. O espetáculo é uma experiência cênico-musical que recria, no presente, a liberdade estética e a força poética de um dos grupos mais revolucionários da música brasileira. Com rigor artístico e pesquisa cuidadosa, esta homenagem une música, corpo e imagem em uma imersão sensorial na obra atemporal, viva e absolutamente pulsante do grupo que revelou Ney Matogrosso.
No repertório, estão sucessos dos Secos & Molhados, como “Sangue latino” (João Ricardo / Paulinho Mendonça), “O Vira” (João Ricardo / Luhli), “Rosa de Hiroshima” (Gerson Conrad / Vinicius de Moraes), “Assim assado” (João Ricardo / Luhli) e “Amor” (João Ricardo / Luhli). O grupo deste incrível tributo é formado por Danilo Fiani (voz), Luiz Lopez (voz, piano, escaleta e violão de 12 cordas), Mario Vitor (voz, guitarra, violão de nylon e gaita), Rike Frainer (bateria, ganzá duplo e castanholas) e o músico contratado Odeid (contrabaixo).
FLORES ASTRAIS – UM TRIBUTO AOS SECOS & MOLHADOS
TEATRO RIVAL PETROBRAS- Rua Álvaro Alvim ,33 – Subsolo, Rio de Janeiro – Rio de Janeiro
16 de outubro – Sexta às 19h30 – abertura da casa 18h
Ingressos a partir de R$ 50,00
Compras pelo link: https://bileto.sympla.com.br/event/123575/d/398997
No dia 17 de outubro, o grupo vocal carioca Dá O Tom celebra 25 anos no Teatro Rival Petrobras. Sua trajetória é marcada pela música brasileira, pela cena e pelo encontro de diferentes vozes, tendo construído uma identidade artística que vai além do formato coral tradicional. O grupo integra canto, interpretação, corpo e cena, criando apresentações em que a música ganha movimento, presença e dramaturgia em canções como “Paula e Bebeto” (Milton Nascimento e Caetano Veloso) e “Baioque” (Chico Buarque).
Com repertório predominantemente brasileiro e arranjos que exploram as possibilidades da voz coletiva, o Dá o Tom desenvolveu uma linguagem própria, sob a direção musical do regente, arranjador e preparador vocal Dalton Santos. Ao longo de 25 anos, diferentes cantores passaram pelo grupo, trazendo novas histórias e experiências e contribuindo para uma formação em constante transformação. Em 2026, o Dá o Tom cel

