Charles André celebra 30 anos de carreira com gravação do audiovisual ‘Lado C’ no Clube Renascença
A noite também será marcada pela gravação do audiovisual “Lado C – Outras composições”, que Charlles André, ex-vocalista do grupo Os Morenos, vai revisitar sua carreira e apresentar canções inéditas. O nome do projeto foi escolhido por vários motivos. C de Charlles, de compositor, de cantor, de cavaquinho (instrumento preferido dele) e de repertório.
“Começou com uma brincadeira. Muita gente tem lançado umas músicas dizendo que são o lado B do pagode. Meu lado A são sucessos nacionais, o B, regionais. E o C são músicas gravadas pelos Morenos e por outros cantores e grupos de pagode que acabaram não tendo muito destaque”, conta Charlles.
No repertório do show estão canções como “Amor no elevador”, gravada pelo Negritude Jr., “Todo santo dia”, lançada pelo Exaltasamba, “Menina mulher”, já interpretada por Gustavo Lins, “Na porta do teu coração”, tocada anteriormente pelo Pixote, e “Explosão de alegria”, que rendeu um feat entre o grupo Revelação e o cantor Carlinhos Brown.
“Claro que o show também vai ter sucessos como ‘Mina de fé’ e ‘Tanajura’, até porque a galera se anima com elas, mas devem entrar como bônus no trabalho”, adianta Charlles.
O audiovisual vai celebrar 30 anos de carreira do cantor e compositor e também seu aniversário. Estão previstas as participações de Alex Marrom Bombom, que também foi vocalista dos Morenos, do cantor Gamadinho, André Renato, amigo desde o Grupo Estilo X, e do Grupo Vou pro Sereno.
Outro destaque do repertório é “Nosso segredo”, música que Charlles guarda com muito carinho, por um motivo muito especial: foi composta em parceria com o saudoso mestre Arlindo Cruz.
“É minha única parceria com ele. Tinha que estar no repertório”, afirma o cantor.
O audiovisual vai apresentar as inéditas “Um grito de amor”, “Teste drive”, “Solteiro sim, sozinho não”, “Boa sorte”, “Samba pra desestressar” e “Samba pro povo cantar”.
Tradicionalmente, o pagode é lugar de honra reservado ao date. Charlles André diverte-se com o fato de ser representante legítimo dessa história. Prova disso é a canção “Camisa 10”.

