31 de outubro de 2026
SHOWSTV

Moqueca Mista Manoel Teixeira Serpa, servida em caçarola no Sobrado da Cidade

Servida em caçarola para preservar o calor e realçar os aromas do preparo, receita assinada pela chef Alice Isha reúne peixe do dia, frutos do mar e acompanhamentos clássicos em uma experiência gastronômica no Centro Histórico do Rio

Há pratos que carregam a memória e a identidade da cozinha brasileira. A moqueca é um deles, com seus aromas envolventes, a riqueza dos ingredientes e o prazer de uma refeição que convida a apreciar cada detalhe. No Sobrado da Cidade, restaurante instalado em um casarão histórico de 1865, na Rua do Rosário, no Centro do Rio de Janeiro, essa tradição ganha destaque com a Moqueca Mista Manoel Teixeira Serpa, uma opção individual que combina sabor, apresentação cuidadosa e o acolhimento característico da boa mesa.

Assinada pela chef Alice Isha, a receita reúne peixe do dia e frutos do mar em molho de moqueca, acompanhados de arroz, pirão, farofa e molho de pimenta. O preparo chega à mesa em uma caçarola, escolha que contribui para conservar a temperatura do prato e manter por mais tempo os aromas e as características do molho, tornando a degustação ainda mais prazerosa.

Por R$ 96,00, a moqueca propõe uma experiência que valoriza a combinação entre ingredientes do mar e acompanhamentos tradicionais da culinária brasileira. A caçarola reforça esse cuidado com o serviço: além de preservar o calor, mantém o preparo em condições ideais para que o cliente aprecie a receita com tranquilidade, do primeiro ao último momento.

A proposta gastronômica do Sobrado da Cidade parte da valorização dos ingredientes brasileiros e da relação entre cozinha contemporânea e memória afetiva. À frente do cardápio, Alice Isha trabalha com receitas clássicas e criações autorais, buscando preservar a essência dos sabores e apresentá-los com atenção aos detalhes. O resultado é uma cozinha que reconhece a tradição como fonte de inspiração e a transforma em experiências acolhedoras à mesa.

O Sobrado da Cidade ocupa um dos tradicionais imóveis da Rua do Rosário e consolidou-se como um endereço onde gastronomia, música, cultura e patrimônio convivem de maneira singular.

Construído em 1865, o casarão preserva elementos arquitetônicos que ajudam a contar diferentes capítulos da história do Rio de Janeiro. Entre eles está uma parede de aproximadamente 23 metros de altura, erguida com técnicas construtivas do século XIX, período em que se utilizava óleo de baleia na composição da argamassa, em um contexto histórico marcado pelo trabalho escravizado. O imóvel também conserva azulejos holandeses originais e outros detalhes cuidadosamente restaurados.

Ao atravessar as tradicionais portas azuis, o visitante encontra um ambiente que mantém referências do Rio Antigo, mas permanece vivo por meio de uma programação gastronômica