Moacir Santos, 100 anos: Neris Rodrigues celebra centenário de Moacir Santos em temporada no Rio de Janeiro
https://ingressosccbb.com.br/musica-neris-e-o-trambonando-tributo-a-moacir-santos-100-anos__3863
*Teatro BNDES (participação especial de Alexandre Caldi)*
Rua República do Chile, 100, Centro
Sexta-feira, 10 de julho, às 19h
Entrada: gratuita, reserva pelo site https://www.bndes.gov.br/wps/portal/site/home/onde-atuamos/cultura-e-economia-criativa/espaco-cultural-bndes/sextas-instrumentais/neris%20rodrigues/
Rua Jardim Botânico, 1008, Jardim Botânico
Domingo, 12 de julho, às 11h
*Teatro Café Pequeno – Festival de Jazz*
Av. Ataulfo de Paiva, 269, Leblon
Domingo, 12 de julho, às 19h
Entrada: de R$ 50 a R$ 100, vendas pelo site https://bileto.sympla.com.br/event/122693/d/394338/s/2600261
Natural de Olinda, em Pernambuco, Neris Rodrigues é trombonista, compositora, arranjadora, pesquisadora, produtora musical e bacharel em Música pela Universidade Federal de Pernambuco. Sua trajetória atravessa o frevo, a música instrumental brasileira, as práticas de matriz afro-brasileira e a experimentação sonora contemporânea. À frente do projeto Neris Rodrigues e o Trombonando, desenvolve uma pesquisa autoral em que o trombone conduz uma narrativa musical ligada à ancestralidade, ao território e à presença feminina na música instrumental.
Nascido em Pernambuco, Moacir Santos tornou-se um dos mais importantes compositores, arranjadores e maestros da música brasileira. Multi-instrumentista, professor e criador de uma linguagem própria, fundiu ritmos afro-brasileiros, jazz, música erudita e música popular em uma obra de grande sofisticação. O seu disco “Coisas”, de 1965, é considerado um marco da música instrumental brasileira. Moacir também atuou como professor de nomes fundamentais da MPB e da Bossa Nova e desenvolveu carreira no Brasil e nos Estados Unidos.
*Sobre as participações especiais*
Compositor, arranjador e instrumentista, Alexandre Caldi é um dos poucos representantes do sopro brasileiro a incorporar influências latinas em sua obra de forma requintada e expressiva. Toca os saxofones soprano, alto, tenor e barítono, além de flauta, flautim e pífanos. Em 2021, lançou pelo selo Biscoito Fino o álbum “Buarqueanas”, em que toca a obra de Chico Buarque acompanhado pelo Quarteto Metacústico. Pelo mesmo selo lançou em 2019 o álbum “Afro+Sambas” em duo com o pianista Itamar Assiere, reinterpretando músicas de Baden Powell e Vinicius de Moraes. Tem dois outros CDs solo, “Festeiro”, de 2008, e “Mestiçaria”, de 2016, ambos autorais. Em 2003, lançou o álbum “Intrometidos” em duo com seu irmão Marcelo Caldi. Faz parte, ao lado do irmão Marcelo e da mãe, a pianista Estela Caldi, do Grupo LiberTango, dedicado às várias vertentes do tango, do tradicional ao contemporâneo, com cinco discos lançados. É um dos músicos mais requisitados do Rio de Janeiro, tendo dividido o palco com dezenas de artistas ao longo da carreira, como Gilberto Gil, Maria Bethânia, Hamilton de Holanda, Francis Hime, Bibi Ferreira, Yamandu Costa, Roberto Menescal, Leila Pinheiro, Moraes Moreira, Elza Soares, Teresa Cristina, Dona Ivone Lara, Geraldo Azevedo, Sérgio Ricardo, Bossacucanova, uma vasta experiência que contribuiu para o desenvolvimento de seu trabalho autoral.
Givaldo José dos Santos, mais conhecido pelo pseudônimo de Reppolho, é percussionista, cantador, compositor, produtor musical, arranjador, pesquisador da cultura afro-brasileira e pesquisador pernambucano. Ao chegar no Rio de Janeiro, em 1979, acompanhou Robertinho do Recife, Ednardo, Jorge Mautner, Gilberto Gil, Milton Nascimento (Missa dos Quilombos 1981), Gal Costa, Nana Caymmi, Tim Maia, Elza Soares, entre outros músicos, em shows e gravações pelo Brasil e exterior. Ao longo dos seus 52 anos de carreira lançou seis álbuns solos: “Tribal Tecnológico” (Wea-1989), “Em Perfeita Vibração” (Leblon Record-1994), “Dialetos ao Vivo” (GJS-2002), “Zabumbeat” (GjS-2008), “Batukantu” (GJS-2014) e “Reppolho & Ednaldo Lima Juntos” (GJS-2018).

