12 de setembro de 2026
EM CARTAZ

Programação Teatro Rival Petrobras – 15 a 23 de setembro

15/09 – Pra Te Ver Feliz – In Concert

Ministério da Cultura e Petrobras apresentam: Festival DiverCidade

“PRA TE VER FELIZ – IN CONCERT” COM SAMBAS DE ALMIR GUINETO

O musical “Pra te ver feliz”, com sambas do inesquecível Almir Guineto, ganha versão especial “in concert” para uma única apresentação no Teatro Rival Petrobras, no dia 15 de setembro. Com texto e direção de João Batista e direção musical de Marcelo Alonso Neves, o espetáculo é inspirado nas vivências do subúrbio carioca e integra a trilogia “Dá Samba”, dedicada a celebrar grandes compositores do samba e a presença de suas canções na memória afetiva e no cotidiano brasileiro. Nesta versão especial, Aline Borges, Jeniffer Dias, Lucas da Purificação, Thiago Thomé e Udylê Procópio encontram-se com os músicos Felipe D’Lélis e Fábio D’Lélis (percussão), Leo Antunes (cavaco) e Marlon Julio (violão) para revisitar cenas e canções do espetáculo em uma grande roda de samba.

No repertório estão sucessos como “Conselho”, “Da melhor qualidade”, “Caxambu”, “Corda no pescoço” e “Saco cheio”, sambas que atravessam histórias de encontros, amores, família, amizade e celebração. “Pra te ver feliz” celebra o samba como trilha sonora de nossas vidas, reunindo teatro e música em uma noite de afeto, memória e alegria.

“PRA TE VER FELIZ – IN CONCERT” – COM SAMBAS DE ALMIR GUINETO

TEATRO RIVAL PETROBRAS- Rua Álvaro Alvim ,33 – Subsolo, Rio de Janeiro – Rio de Janeiro

15 de setembro – Terça às 19h30h – abertura da casa 18h30

Ingressos a partir de R$ 50,00

Compras pelo link: https://bileto.sympla.com.br/event/125958/d/409073

16/09 – Fabiana Cozza e Cleber Silveira

Ministério da Cultura e Petrobras apresentam:

FABIANA COZZA E CLEBER SILVEIRA EM “NUNCA CRER NO QUE NÃO CANTA”

A cantora Fabiana Cozza e o sanfoneiro Cleber Silveira apresentam o espetáculo “Nunca crer no que não canta” no Teatro Rival Petrobras, no dia 16 de setembro. Em um sensível formato de duo de voz e acordeom, a montagem promove um diálogo profundo entre três linguagens: a música, o teatro e a literatura. O projeto mergulha na obra de Orides Fontela —uma das principais representantes da poesia brasileira, a homenageada na Flip este ano —, extraindo seu título do poema “Memória”, em que o célebre verso “Nunca amar o que não vibra” serve como fio condutor para o repertório.