Do axé ao Rock in Rio: como as marcas entram na cultura do festival
Grandes festivais como o Rock in Rio também são vitrine para a criatividade das marcas. Em conversa no podcast Cabos e Cases, do Influent Summit, Cleber Paradela, VP de Comunicação e Inovação da DM9, contou como o conteúdo virou o centro da publicidade.
A trajetória dele começou em Salvador, nos anos 1990, produzindo transmissões de bandas de axé em salas de bate-papo. Hoje, à frente de campanhas premiadas, ele defende que as pessoas é que criam tendências, não as marcas, e que o papel delas é viabilizar a cultura com respeito.
No Rock in Rio, esse pensamento apareceu no trabalho da agência com o iFood, envolvendo artistas como Luísa Sonza, Jão e Cabelinho. Uma amostra de como o festival virou palco não só para a música, mas também para experiências que conversam de igual para igual com o público.

